Os documentos que regulam e protegem este espaço — e quem nele confia.
A confidencialidade não é apenas uma obrigação legal. É a condição que torna este espaço possível. Tudo o que é partilhado nas sessões permanece entre nós, ao abrigo do sigilo profissional consagrado no Código Deontológico da Ordem dos Psicólogos Portugueses e no Regulamento Geral sobre a Protecção de Dados (RGPD — Regulamento UE 2016/679).
A confidencialidade tem limites legalmente definidos. O sigilo pode ser quebrado, apenas nas situações previstas na lei, quando exista risco sério e iminente para a vida do cliente ou de terceiros, ou por determinação judicial. Em qualquer circunstância, esta possibilidade será comunicada ao cliente de forma transparente e antecipada.
Tem o direito de aceder, rectificar, apagar ou limitar o tratamento dos seus dados pessoais, bem como de retirar o consentimento em qualquer momento. Para exercer estes direitos, pode contactar directamente através dos meios disponibilizados neste site.
Este site pode utilizar cookies técnicos essenciais ao seu funcionamento. Não são utilizados cookies de rastreamento ou publicidade.
Este site é propriedade e da responsabilidade de Maria João Cunhal, com cédula profissional n.º 7764 emitida pela Ordem dos Psicólogos Portugueses, Membro Europsy registado pela European Federation of Psychologists Associations (EFPA).
A actividade clínica exercida rege-se pelo Código Deontológico da Ordem dos Psicólogos Portugueses, pelo Estatuto da Ordem dos Psicólogos Portugueses (Lei n.º 57/2008, de 4 de Setembro) e demais legislação aplicável.
O conteúdo deste site tem carácter exclusivamente informativo e não substitui uma consulta clínica. A informação disponibilizada não deve ser interpretada como aconselhamento psicológico ou diagnóstico.
Iniciar um processo terapêutico implica um conjunto de direitos e responsabilidades partilhadas. Esta secção apresenta, de forma clara e acessível, os princípios que orientam este espaço.
Tudo o que é partilhado nas sessões é estritamente confidencial, ao abrigo do sigilo profissional. As excepções legais são as descritas na Política de Privacidade e serão sempre comunicadas com transparência.
A participação no processo terapêutico é sempre voluntária. Tem o direito de interromper o processo em qualquer momento, sem necessidade de justificação. Esta decisão será sempre acolhida com respeito.
As sessões não são gravadas sem consentimento explícito e prévio. Os registos clínicos existem exclusivamente para suporte ao processo terapêutico e são tratados com total confidencialidade.
A relação terapêutica é um espaço profissional com limites éticos claramente definidos. Estes limites existem para proteger o cliente e a integridade do processo — e fazem parte do que torna este espaço seguro.
O documento de consentimento informado clínico completo é disponibilizado e assinado na primeira sessão.
A sessão marcada é reservada exclusivamente para si. Por esta razão, solicita-se que qualquer cancelamento seja comunicado com um mínimo de 48 horas de antecedência.
Cancelamentos efectuados com menos de 48 horas, ou faltas sem aviso prévio, serão cobrados na totalidade, excepto em situações de força maior devidamente justificadas.
A pontualidade é também parte do processo. Em caso de atraso, a sessão decorrerá pelo tempo restante do horário previsto, sem possibilidade de extensão.
A frequência e regularidade das sessões são acordadas no início do processo e fazem parte integrante do enquadramento terapêutico. Interrupções prolongadas sem comunicação prévia podem implicar a reavaliação do processo.
O compromisso com a acessibilidade é parte integrante dos valores que orientam esta prática. Procura-se garantir que este espaço — físico e digital — seja acolhedor e acessível a todas as pessoas, independentemente das suas condições de mobilidade, sensoriais ou outras.
Para marcação de consulta, esclarecimento de dúvidas ou pedido de informações, pode entrar em contacto através dos seguintes meios:
As marcações são respondidas no prazo máximo de 48 horas úteis.
Este estabelecimento dispõe de Livro de Reclamações, nos termos do Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro, na sua redacção actual.
O Livro de Reclamações pode ser solicitado presencialmente. O acesso em formato electrónico será disponibilizado em breve, através do portal oficial reclamacoes.gov.pt.
As reclamações apresentadas são analisadas e respondidas no prazo legalmente previsto. A sua opinião é levada a sério — e contribui para a melhoria contínua deste serviço.
Este serviço de saúde encontra-se registado na Entidade Reguladora da Saúde (ERS), entidade competente para a regulação e supervisão da actividade dos prestadores de cuidados de saúde em Portugal, nos termos do Decreto-Lei n.º 126/2014, de 22 de Agosto.